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Estamos desenvolvendo este site com a finalidade de preservar e expor a memória de nossos antepassados que vieram para o Brasil.
Seja em busca de fortuna, em busca de uma vida melhor ou fugindo de uma situação difícil na pátria de origem.

Se você tem parentesco com Borges, Silva, Cavallaro, Pereira, Gouveia, ... encontre a sua linhagem nos links apresentados

A minha, a sua, ... a nossa história

A Saga da Família Borges e Família Silva

Esta página é dedicada aos descendentes de

famílias

GOUVEIA e MELO

BRASÃO

GOUVEIA


Partido: o primeiro de vermelho, com uma dobre cruz de ouro, acompanhada de seis besantes de prata e um debrum do segundo esmalte (Melo); o segundo de prata, com seis arruelas de azul, 2, 2, e 2 (Castro). Timbre: uma águia de vermelho estendida, besantada de prata.

MELO


As armas dos Melos derivam das dos «de Riba de Vizela» e são: de vermelho, uma cruz dupla ou dobre cruz de ouro, acompanhada de seis besantes de prata; bordadura de ouro. Timbre: uma águia estendida de negro, besantada de prata

ESCUDO

GOUVEIA


www.araldis.com

Veja mais Brasões no link <brasão> no final desta página

MELO


Há origem Melo na Itália e Penalva do Castelo(PT), além deste acima.www.araldis.com

Veja mais Brasões no link <brasão> no final desta página

HISTÓRIA

GOUVEIA


  • Nome de raízes toponímicas, foi fundador da família deste apelido Fernão Nunes de Gouveia, que assim se chamou por seu pai ter a alcaidaria-mor desta vila.
  • Fernão Nunes e seu pai, Nuno Fernandes de Bobadela , serviram a causa de D. João I e tiveram, por tal motivo, várias mercês deste soberano.
  • Entre elas se contará o casamento que este monarca fez a Fernão Nunes com D. Brites de Melo, filha de Rui Vaz de Melo, senhor de Gouveia, e de sua mulher, D. Aldonça de Castro.
  • Deste casal houve geração que continuou o apelido de Gouveia, e dentre ela serão de destacar os famosos «Gouveias Humanistas», que deram lustre internacional à cultura portuguesa quinhentista.
  • As armas dos Gouveias comemoram o casamento daquele Fernão Nunes.
  • Armas, Títulos, Morgados e Senhorios, Cargos e Profissões

MELO

  • Deriva este nome de uma alcunha e a família que o adotou por apelido é da mais remota e nobre ascendência.
  • Deriva ela, com efeito, de D. Soeiro Reimondes, o Merlo - ou «melro» -, (contemporâneo dos reis D. Afonso III e D. Dinis) que era o chefe de linhagem dos «de Riba de Vizela» e, por esta via, da dos «da Maia».
  • Vindo para o Sul, fundou na Beira a vila de Merlo, depois Melo, sendo dela senhor, bem como de Gouveia.
  • Do seu casamento com D. Urraca Viegas, filha de D. Egas Gomes Barroso e de sua mulher D. Urraca Vasques de Ambia, teve descendência na qual se fixaria o nome Melo.
  • Mantem-se, na actualidade, o uso por parte de várias famílias, da grafia Mello. Na impossibilidade de saber com exactidão quem assim assina ou está registado e também por uma questão de uniformidade de critérios, adotamos aqui a grafia moderna, i.e., Melo.
  • Armas, Títulos, Morgados e Senhorios, Cargos e Profissões

JOSÉ DE SOUZA GOUVEIA

Não foi estabelecido relação de parentesco com outros Gouveia aqui citados

José de Souza Gouveia

Arquivo em XLS - 888 KB

enviado por Antonio Gouveia

antogouveia@yahoo.com.br

22 de julho de 2006

Antonio Joaquim de Gouveia

Não foi estabelecido relação de parentesco com outros Gouveia aqui citados

Manoel Furtado Gouveia

Não foi estabelecido relação de parentesco com outros Gouveia aqui citados

GOUVEA / GOUVEIA - Nobiliário de Felgueiras Gayo

Não foi estabelecido relação de parentesco com outros Gouveia aqui citados

Conforme o prometido aqui segue o capítulo sobre a família Gouveia, do maior genealogista português Manuel José da Costa Felgueiras Gayo (1750-1831). Quem sabe o amigo consegue entroncar aqui os seus antepassados.

Um abraço amigo

From: "António Julio Trigueiros"

trigueiros@gmail.com>

 

Em 11/09/06, Antônio Gouveia Gouveia

 antogouveia@yahoo.com.br

Prezado Cavallaro, segue arquivo fornecido por amigo de Portugal com informações valiosas para garimpar no passado mais remoto dos Gouvea (aportuguesado no Brasil para Gouveia). Abraços

dados genealógicos de diversas famílias

Arquivo em DOC - 532 KB

HISTÓRIA

QUEM DESCOBRIU O BRASIL?

 

Djalma Tavares de Gouveia

Desembargador Aposentado e ex-professor de História Geral

O POPULAR

Goiânia - Sábado, 21 de agosto de 1993

Disse Pedro Calmon (História do Brasil, 1º vol. Introdução) que já se tornou possível a revisão integral da história brasileira em virtude de recentes, vastas e profícuas pesquisas nos cartulários que escondiam a nossa riqueza arquimística (sic).

A citação vem a propósito da seguinte pergunta: quem comandava as treze naus que em 22 de abril de 1500 aportaram em terras de Vera Cruz (depois Brasil)? Não há discrepância entre os historiadores: Pedro Álvares.

Quem era esse cidadão?

Pedro Calmon: “O homem chamado por D. Manuel para capitão-mor da armada de 1500 pertencia ä melhor gente da Beira. Nascera em 1467, filho de Fernão Cabral, dos galantes espelhos - como se vê do Cancioneiro de Rezende - um dos governadores daquelas terras, e da rica senhora D. Isabel Gouveia, também de boa cepa portuguesa. O pai andara nas guerras contra os mouros e castelhanos em companhia de Afonso V, cujo sucessor, D. João II, deu serviço na corte a alguns dos seus dez filhos. Pedro Álvares obteve uma tença (pensão periódica) - que lhe confirmou D. Manuel em 1498 - o foro de fidalgo do Conselho de Sua Alteza e o hábito de Cristo” (ob. Cit. Pág. 43).

Esclarece, também, outro historiador de renome, José Francisco ROCHA POMBO: “Era Pedro Álvares filho de Fernão Cabral e de D. Isabel Gouveia, ambos pertencentes a alta nobreza do reino. Seu pai exerceu altos cargos na província da Beira e ele próprio era governador daquela província. Nascido em Belmonte por cerca de 1467. Na carta régia que o nomeava capitão-mor das Índias ainda se lê Pedro Álvares de Gouveia. O patronímico só foi usado pelo descobridor do Brasil depois do falecimento do primogênito, pois Pedro era o 2º filho de Fernão Cabral “ (História do Brasil ilustrada, vol. I, pág. 147,  Editora Rio – Maio 1905) “.

Um terceiro historiador comenta: “ Numa deferência toda especial a Vasco da Gama, que revelou ao mundo as rotas que iam á Índia, el-rei o consulta. Com aquela discrição possível que tanto se ajustava aos planos reinóis, imposta, aliás, pela natureza intrínseca da embaixada marinheira, Vasco Da Gama, entre hábil e orgulhoso, como se no momento estivesse no chapiteu de sua nau capitânea, desdobra os seus mapas antes os olhos embevecidos do monarca astuto, e indica para comandante da esquadra um nome ainda obscuro: Pedro Álvares de Gouveia. Portador de alta e respeitável linhagem, inteligente e idealista, porte heráldico e fisionomia a um tempo grave, simpática, Pedro Álvares de Gouveia recebe, antes dos 25 anos, os foros de fidalgo do Conselho de D. Manuel, sucessor de D. João, juntamente com o hábito de Cristo e uma tença anual de 13.000 reis, metade da que fora outorgada pelo monarca anterior a ele e a seu irmão primogênito, João Fernandes Cabral, no total, portanto, de 26.000 reis. Por outro lado, o sobrenome Cabral só lhe foi acrescentado depois da morte do irmão mais velho, João, pois era costume somente o primogênito usar o sobrenome paterno, usando o segundo filho o sobrenome materno” Maurílio de Gouveia – de Belomonte a Vera Cruz, págs. 19, 26, 27).

Historiadores estrangeiros assinalam: “...Aliás a carta régia de nomeação do capitão-mor da Segunda armada da Índia não está passada em nome de Pedro Álvares Cabral, mas sim de Pedro Álvares de Gouveia porque seria nessa altura mais conhecido pelo seu apelido materno o filho do Gigante da Beira, alcaide-mor do castelo de Belmonte, cujo morgado é que usaria o nome de verônica da família: João Fernandes Cabral” (Leone Metzer - Grandes biografias, Pedro Álvares Cabral - Editora Artes, Lisboa 1968, pág. 24).

Antônio Pedro de Souza Leite - Portugal - em “Novos Elementos para o Estudo da Grande Família dos Gouveia Humanistas”. “... Isabel de Gouveia casou com Fernando Cabral em 1464, sendo pais de João Fernandes Cabral e Pedro Álvares Cabral, chamado Pedro Álvares Cabral e Pedro Álvares Cabral, chamada Pedro Álvares de Gouveia na carta capitânea que levou quando foi enviado às Índias e descobridor do Brasil. Assim, uma família que contasse entre seus membros altos representantes do movimento intelectual da época, seria, visto por isso, uma família notável. Porém, se a par de tais personagens, ostentava ainda a figura de um navegador célebre, descobridor de um novo continente, então essa família era sem dúvida constituída por gente excepcional, cujo contributo para a civilização européia dificilmente se pode avaliar. Este é o caso dos Gouveia, estirpe por ventura única no grande painel da nossa história, a qual igualmente pertence Pedro Álvares Cabral ou Pedro Álvares de Gouveia, como também se chamou em determinado período de sua vida. Pedro Álvares usou, de fato, primeiramente o nome de Pedro Álvares de Gouveia e assim aparece designado pelo menos em dois importantes documentos de chancelaria: uma carta de 1497, pela qual el-rei D. Manuel lhe concede a separação de uma tença que fruía em conjunto com seu irmão João Fernandes Cabral (Chacelaria de D. Manuel, livro 27, fl. 76, publicada na História da Colonização Portuguesa do Brasil, vol. I, pág. 18) e a carta de capitão-mor e poderes que levou quando foi enviado às Índias. (Chancelaria de D. Manuel, livro 13, fl. 10, publicada por Ayres de Sá em “Frei Gonçalo Velho”, vol. I, pág. 283), na célebre viagem de que resultou a descoberta do Brasil. Trinta anos depois do descobrimento da Terra de Vera Cruz, já depois da morte do navegador, será ainda um Gouveia, seu primo segundo, o célebre Diogo de Gouveia, o Velho, quem por escrito aconselhará D. João II sobre a maneira e a necessidade de serem colonizadas e evangelizadas as “terras ocidentais”, de que Pedro Álvares tomara posse para a Casa de Portugal.

Luiz de Mello Vaz de Sampaio (Subsídios para uma Biografia de Pedro Álvares Cabral, pág. 229 -  1920) é incisivo: “Tença cujo recibo passado em 10 de janeiro de 1517 está em nome de Pedro Álvares Cabral de Gouveia, é como se quisesse eliminar qualquer dúvida de que era a mesma pessoal que fora sucessivamente conhecida com um e outro apelido. (Documento inédito recentemente encontrado na Torre do Tombo pela conservadora do Arquivo, Dra. Maria José Liote da Silva Leal).

Portanto, a descoberta do Brasil se deu por pessoa que, documentadamente, se chamava Pedro Álvares de Gouveia. Pedro Álvares Cabral só apareceu em 1508 quando faleceu João Fernandes Cabral, ou mesmo em outra hipótese, após 22 de abril de 1500.

A carta régia, escrita pelo amanuense Antônio Carneiro, diz em sua introdução: “... pela muita confiança que temos em Pedro Álvares de Gouveia, fidalgo de nossa Casa, e por conhecermos dele que nisto e em toda outra causa que lhe encarregarmos nos saberá mui bem servir e nos dará de si uma boa conta e recado, lhe darmos e encarregarmos a captânea-mor de toda a dita frota e armas”.

texto enviado por Antonio Gouveia

antogouveia@yahoo.com.br

22 de julho de 2006

Família Gouvea

Não foi estabelecido relação de parentesco

Ercílio, estou enviando um arquivo EXCEL com descendentes de Gouveia pela ordem alfabética. São dados de dois livros, um de Sebastião de Azevedo Bastos, onde aparecem muitos Azevedo e outro de Inocêncio Nóbrega Filho, só com Gouveia. Quando um nome aparece repetido, com letras tipográficas diferentes, é porque consta nos dois livros. Peço-lhe disponibilizar, tal como foi feito com o outro arquivo, em excel. Obrigado.

 Abraços.

Em 14/09/06, Antônio Gouveia Gouveia antogouveia@yahoo.com.br

dados genealógicos de diversas famílias

Arquivo em XLS - 4.268 KB

DELMIRO GOUVEIA

Uma fábrica no sertão

Arquivo DOC - 53 KB

enviado por Antonio Gouveia

antogouveia@yahoo.com.br

22 de julho de 2006

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